Política

Edvaldo Magalhães critica retirada de 10% da tabela salarial da Educação e cobra correção

O deputado estadual Edvaldo Magalhães criticou a retirada de 10% da tabela salarial dos servidores da Educação e responsabilizou o governo de Gladson Cameli e sua base na Assembleia pela decisão. Em manifestação divulgada nesta sexta-feira (4), o parlamentar afirmou que a medida atingiu uma conquista histórica da categoria e defendeu que havia recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para preservar o benefício.

Magalhães classificou a decisão como uma “covardia” contra professoras, professores e demais servidores da Educação. O deputado afirmou que, durante a discussão da mudança, apresentou argumentos de que os recursos do Fundeb permitiriam manter o direito.

“Resolveram tirar um direito das professoras, dos professores e dos servidores da educação”, afirmou. O parlamentar acrescentou que a manutenção da conquista foi defendida durante o debate na Assembleia e que a medida não representava uma vantagem criada recentemente.

Edvaldo lembrou que o direito havia sido conquistado há cerca de 30 anos, após uma mobilização que, segundo ele, incluiu 70 dias de greve. Para o deputado, a alteração na tabela salarial provocou perdas acumuladas aos profissionais da rede estadual de ensino.

Nas redes sociais, Magalhães voltou a cobrar a revisão da medida. “A injustiça feita com a tabela da Educação já soma perdas incalculáveis”, escreveu. Ele também afirmou que continuará defendendo os trabalhadores da categoria no Legislativo estadual.

O deputado sustenta que a retirada dos 10% poderia ter sido evitada com recursos disponíveis no Fundeb e cobra uma correção da decisão. “Essa covardia precisa ser corrigida”, afirmou.

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