Perpétua Almeida reage a briga em escola de Porto Walter e cobra punição

A candidata a deputada federal Perpétua Almeida se manifestou nesta segunda-feira (21) sobre a briga entre estudantes registrada na Escola Borges de Aquino, em Porto Walter. Ao assistir às imagens durante uma atividade de campanha, ela classificou a cena como “inaceitável” e cobrou punição para episódios de agressão dentro do ambiente escolar.

O vídeo mostra uma confusão envolvendo um aluno e estudantes da unidade de ensino. A briga começou dentro de uma sala de aula e continuou na área externa, enquanto outras pessoas tentavam separar os envolvidos. As circunstâncias que deram início ao confronto ainda não foram esclarecidas.

Perpétua contou que estudou na Escola Borges de Aquino e disse ter ficado revoltada ao assistir à gravação. “Eu chamei elas para assistir esse vídeo comigo, porque ele é muito revoltante”, afirmou, ao lado de mulheres que participavam da agenda de campanha.

Durante a manifestação, a candidata relacionou o episódio ao debate sobre a violência contra as mulheres no Acre. “Você entende agora por que o Acre aparece no topo do estado mais violento para as mulheres? Você entende por que o Acre é o primeiro lugar em feminicídio?”, questionou.

Perpétua também defendeu que comportamentos violentos sejam enfrentados desde cedo, tanto dentro de casa quanto nas escolas. Para ela, situações como a registrada em Porto Walter não podem ser tratadas como uma simples briga entre estudantes.

“Isso aqui deve ser resolvido primeiro em casa, deve ser combatido na escola e deve ter punição severa, porque as mulheres merecem viver”, declarou.

A candidata ainda afirmou que a tolerância com agressões durante a juventude pode alimentar comportamentos violentos na vida adulta. “Quando começa aqui na juventude, aceitando esse tipo de coisa, são os homens depois que espancam suas mulheres, serão os mesmos que assassinam suas esposas, suas namoradas. Isso aqui tem que ter punição severa”, disse.

Na publicação feita nas redes sociais, Perpétua também defendeu maior presença de mulheres no Congresso Nacional e políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher.