Cruzeiro do Sul usa mais de 30 toneladas de asfalto em recuperação de ruas

A Prefeitura de Cruzeiro do Sul mobilizou mais de 30 toneladas de asfalto nesta segunda-feira, 24 de agosto, para ampliar a operação tapa-buraco e recuperar vias do município. Os trabalhos são executados pela Secretaria Municipal de Obras e incluem frentes na região da Avenida Mâncio Lima, além de serviços de limpeza, roçagem, iluminação pública e preparação de espaços para o Festival da Farinha.

As equipes avançam pela Rua São Paulo, Avenida Mâncio Lima e ruas paralelas. O secretário municipal de Obras, Carlos Alves, afirmou que o volume de asfalto está sendo usado para intensificar a manutenção das vias e ampliar o atendimento aos trechos que apresentam necessidade de reparos.

Outra frente de trabalho está concentrada no Complexo Esportivo do Aeroporto Velho, onde são feitas melhorias nas áreas internas e nos estacionamentos. O espaço vai receber o Festival da Farinha, com início previsto para quarta-feira, 26 de agosto.

No entorno do complexo, servidores também trabalham na retirada de entulhos, roçagem, limpeza e manutenção da iluminação pública. As intervenções fazem parte da preparação da estrutura para receber o público durante a programação do festival.

Os serviços municipais também alcançam áreas rurais de Cruzeiro do Sul. Equipes seguem atuando nos ramais dos Carobas, Badejo do Meio, Praia Grande, Centrinho e Olivença.

Rio Branco ganha novo ponto de apoio para motoristas de aplicativo e entregadores

Motoristas de aplicativo, motoboys e entregadores de Rio Branco terão um novo espaço para descanso, alimentação e apoio durante a jornada de trabalho. Dois contêineres adaptados foram recebidos pela Prefeitura nesta segunda-feira (24) e instalados no bairro Doca Furtado. O projeto é resultado de uma parceria entre o município e o Governo Federal, por meio do Instituto Interelos.

A estrutura contará com banheiros masculino e feminino, área de descanso, cozinha equipada com micro-ondas e cafeteira, internet e climatização. O espaço também poderá ser usado pelos trabalhadores para reuniões e momentos de convivência.

A iniciativa busca atender profissionais que passam grande parte do dia circulando pela capital e precisam de um local adequado para fazer refeições, descansar e organizar as atividades entre uma corrida ou entrega e outra.

O prefeito Alysson Bestene afirmou que o espaço atende a uma demanda de trabalhadores que atuam diariamente nas ruas. “São profissionais que ajudam a movimentar a nossa cidade e que também precisam de um lugar para descansar, fazer uma refeição e organizar suas atividades”, declarou.

A implantação do ponto de apoio também abre caminho para a expansão do projeto em Rio Branco. A proposta é instalar estruturas semelhantes em outras regiões da capital, ampliando o atendimento aos profissionais que trabalham com transporte e entregas por aplicativo.

Com os dois contêineres, os trabalhadores passam a ter uma alternativa estruturada para as pausas durante o expediente, com acesso a condições de higiene, alimentação e descanso em um único local.

Alan Rick inaugura comitê central em Rio Branco e apresenta prioridades para o Acre

O senador Alan Rick (Republicanos), candidato ao Governo do Acre nas eleições de 2026, inaugurou nesta segunda-feira (24) o comitê central de campanha em Rio Branco. Instalado no Centro da capital, em frente ao Terminal Urbano, o espaço vai concentrar atividades de organização e mobilização eleitoral durante a disputa pelo Palácio Rio Branco.

A inauguração reuniu apoiadores, militantes e candidatos ligados à chapa. O ato ocorreu na segunda semana da campanha eleitoral, iniciada oficialmente em 16 de agosto, quando passaram a ser permitidas as atividades de propaganda nas ruas e na internet.

Durante o evento, Alan afirmou que pretende manter contato direto com os eleitores ao longo da campanha e apresentou saúde, educação, emprego, renda e infraestrutura entre as áreas que considera prioritárias para o estado.

Ao falar sobre a disputa, o candidato associou sua candidatura a uma proposta de mudança na administração estadual e afirmou defender o que chamou de “sonho da esperança” para o Acre. Na área da saúde, disse que pretende melhorar o funcionamento dos serviços. Para a educação, defendeu uma formação voltada à preparação dos jovens para o mercado de trabalho e para o ingresso na universidade.

Alan também colocou a geração de emprego e renda e os investimentos em infraestrutura entre os temas que pretende levar ao debate eleitoral. O candidato disse que a mobilização da campanha terá participação de apoiadores de diferentes municípios e regiões acreanas.

A abertura do comitê ocorre após Alan Rick iniciar as atividades públicas de campanha em Rio Branco. Na primeira semana da disputa, o candidato participou de atos no Segundo Distrito da capital e de encontros com apoiadores e lideranças políticas.

Fundo Eleitoral muda peso das alianças e coloca PL no topo da disputa por recursos em 2026

A divisão dos R$ 4,96 bilhões reservados ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha para as eleições de 2026 criou um novo cenário financeiro entre os partidos que participam da disputa pelo Governo do Acre. O PL ficou com a maior parcela nacional, de R$ 881,7 milhões, enquanto PT, União Brasil, PSD, PP, MDB e Republicanos também aparecem entre as legendas com maior acesso aos recursos públicos destinados às campanhas.

O dinheiro não será transferido automaticamente para os diretórios do Acre. Cada direção nacional precisa estabelecer os critérios de distribuição entre candidatos, estados e tipos de disputa. Ainda assim, o tamanho da cota nacional amplia a capacidade das siglas de financiar campanhas e coloca as alianças formadas no estado em condições diferentes de estrutura.

A maior mudança em relação à eleição de 2022 ocorreu no PL. O partido saiu de R$ 288,5 milhões há quatro anos para R$ 881,7 milhões em 2026, crescimento de 205,6%. A legenda passou da sétima posição para o primeiro lugar na distribuição do Fundo Eleitoral e ficou com 17,77% de todo o dinheiro disponível neste ano.

No Acre, o PL integra o grupo político que apoia a candidatura da governadora Mailza Assis, do PP. A mesma aliança reúne partidos que também estão entre os mais bem posicionados na divisão nacional, como União Brasil, MDB e o próprio PP. O União Brasil terá R$ 526,2 milhões, o PP receberá R$ 417,1 milhões e o MDB contará com R$ 400 milhões.

A segunda maior parcela pertence ao PT, que terá R$ 615,4 milhões. O partido integra a aliança em torno da candidatura de Thor Dantas, do PSB. A composição reúne ainda Podemos, PCdoB e PV. O PSB terá R$ 152,3 milhões, enquanto o Podemos receberá cerca de R$ 246 milhões.

O Republicanos, partido do senador Alan Rick, ficou com R$ 348,6 milhões. A legenda aumentou em 43,9% sua participação em relação a 2022, quando recebeu R$ 242,3 milhões. Na mesma aliança está o PSD, que terá R$ 421 milhões e aparece entre os cinco maiores beneficiários do fundo em 2026. Novo e Avante também fazem parte da composição.

Em situação diferente aparece o PSDB, legenda de Tião Bocalom. O partido terá R$ 147,9 milhões, menos da metade dos R$ 320 milhões recebidos em 2022. A redução foi de 53,8%, uma das maiores entre os partidos com representação nacional.

Outras legendas também perderam espaço na divisão. O PSB caiu de R$ 268,9 milhões para R$ 152,3 milhões, enquanto o PDT passou de R$ 253,4 milhões para R$ 169,3 milhões. O União Brasil, que liderava o ranking em 2022, teve redução de 32,8% e caiu para a terceira posição.

Na direção contrária, além do PL e do Republicanos, PT, PSD e PP ampliaram seus recursos. O PT avançou 22,3%, o PSD cresceu 20,3% e o PP teve aumento de 21% em comparação com a eleição anterior.

O Tribunal Superior Eleitoral fixou em R$ 4.961.519.777 o valor total do Fundo Eleitoral de 2026. A divisão segue critérios previstos na legislação e considera, entre outros pontos, a representação das legendas na Câmara dos Deputados e no Senado. Em agosto, o TSE encerrou uma ação em que o PT buscava rever parte do cálculo, mantendo a distribuição divulgada anteriormente.

O volume disponível nacionalmente não permite antecipar quanto cada candidatura receberá no Acre. Essa definição depende das regras internas aprovadas pelas executivas nacionais. Os números, porém, mostram o tamanho da estrutura financeira que cada partido terá à disposição para organizar suas prioridades na campanha eleitoral deste ano.

Jorge Viana defende atuação pela BR-364, saúde e produção em entrevista no Jornal da Manhã

Candidato ao Senado também falou sobre pesquisas eleitorais, relação com o governo federal, situação de Gladson Cameli e prioridades para o Acre

O candidato ao Senado Jorge Viana participou, nesta segunda-feira (24), de entrevista no Jornal da Manhã, da Integração FM 99,9, em Cruzeiro do Sul. A participação marcou a abertura da série de sabatinas do Sistema Integração com os candidatos majoritários das Eleições 2026. Cada entrevistado terá 30 minutos, dentro dos mesmos critérios definidos pela emissora.

Durante a entrevista, Viana colocou a recuperação da BR-364 e a situação da BR-317 entre os principais temas de uma eventual atuação no Senado. Ele afirmou que pretende trabalhar junto ao governo federal para garantir recursos e continuidade das intervenções nas duas rodovias.

O candidato anunciou ainda que o ministro dos Transportes deve retornar ao Acre no dia 15 de setembro para tratar das obras rodoviárias e participar da inauguração do trecho entre Rio Branco e o aeroporto da capital.

“Essa é uma das plataformas minhas como senador: cuidar da BR-364, cuidar da 317, que é a Estrada do Pacífico”, afirmou.

Viana disse que pretende utilizar sua relação com o governo federal para buscar investimentos para o estado. Segundo ele, um mandato no Senado permitiria ampliar a articulação por recursos para ramais, saúde, educação e infraestrutura.

“Cruzeiro do Sul vai ter um senador, o Juruá vai ter um senador”, declarou, ao afirmar que pretende manter atenção específica às demandas dos municípios da região.

Saúde entre as principais críticas

Ao ser questionado sobre os problemas enfrentados pela população acreana, Jorge Viana apontou a saúde como uma das áreas mais preocupantes. Ele citou a situação do Hospital do Juruá e criticou a condução atual dos serviços públicos.

Viana também relacionou dificuldades na saúde, nos ramais e na geração de oportunidades à necessidade, segundo ele, de maior planejamento e presença do poder público.

O candidato afirmou ainda que pretende trabalhar para ampliar a interlocução com comunidades, produtores e municípios caso retorne ao Senado.

Viana responde a críticas e ataques políticos

Outro ponto da entrevista foi o ambiente político da campanha. Questionado sobre ataques dirigidos a ele e ao PT, Viana afirmou que não pretende concentrar sua candidatura em confrontos pessoais.

“Quem vem com discurso agressivo, quem vem só falando dos outros e não apresenta o que vai fazer, ele está querendo enganar o eleitor”, declarou.

O candidato utilizou parte da entrevista para comparar sua passagem pelo Governo do Acre com administrações posteriores. Citou obras em Cruzeiro do Sul, aeroportos, pontes, unidades de saúde e investimentos em infraestrutura realizados durante sua gestão.

Segundo ele, o eleitor deve avaliar principalmente o histórico de cada candidato e aquilo que foi realizado durante os mandatos anteriores.

Pesquisa Data Control entra no debate

A pesquisa Data Control divulgada nesta segunda-feira também foi abordada durante a entrevista. No levantamento apresentado pelo Jornal da Manhã, Jorge Viana aparece em terceiro lugar na disputa pelo Senado.

Viana afirmou que existem pesquisas sérias, mas também levantamentos que podem, segundo ele, ser utilizados de acordo com interesses eleitorais. O candidato ressaltou que não fazia uma acusação específica ao instituto responsável pela pesquisa divulgada nesta segunda.

“Pesquisa, se for feita honestamente, é uma coisa científica. Ela mostra a fotografia daquele momento”, afirmou.

Apesar da posição registrada no levantamento, Jorge Viana disse acreditar que sua candidatura disputa as primeiras colocações e afirmou perceber crescimento principalmente no Vale do Juruá.

Situação de Gladson Cameli

A situação eleitoral de Gladson Cameli também foi questionada durante a sabatina. Viana disse considerar difícil uma candidatura do ex-governador diante da situação judicial, mas destacou que não cabe a ele decidir sobre o caso.

“Eu não sou juiz”, afirmou.

Viana disse que sua própria candidatura está registrada e declarou que espera receber apoio de eleitores que eventualmente fiquem sem o candidato inicialmente escolhido caso Cameli não participe da eleição.

Produção e economia

Na área econômica, Jorge Viana falou sobre agricultura, industrialização e geração de empregos. Citou as casas de farinha implantadas durante seu governo e defendeu maior apoio aos produtores rurais.

Também afirmou que pretende trabalhar para encontrar soluções legais para produtores com áreas embargadas, especialmente pequenos proprietários que enfrentam dificuldades para acessar crédito e manter a produção.

Viana defendeu ainda maior transparência na aplicação de emendas parlamentares e disse que recursos destinados ao Acre devem ser discutidos com prefeituras, comunidades e outras representações locais.

Ao longo da entrevista, o candidato apresentou experiência administrativa e capacidade de articulação política como argumentos para retornar ao Senado. Segundo ele, o objetivo é utilizar o mandato para ampliar investimentos federais e atuar diretamente sobre problemas de infraestrutura, saúde, produção e geração de oportunidades no Acre.

Wenceslau comenta pesquisa Data Control e aponta cautela na leitura dos números

Apresentador destacou resultado do levantamento, questionou histórico de institutos e afirmou que pesquisa deve ser tratada como retrato do momento

O jornalista Rogério Wenceslau comentou, nesta segunda-feira (24), durante o Jornal da Manhã, da Integração FM, os números da pesquisa Data Control para o Governo do Acre e o Senado. Ao apresentar o levantamento, Wenceslau defendeu cautela na interpretação dos resultados e afirmou que o eleitor não deve tratar pesquisas como antecipação do resultado das urnas.

Na disputa pelo governo, segundo os números apresentados no programa, Mailza Cameli aparece com 34% das intenções de voto, seguida por Alan Rick, com 27%, Tião Bocalom, com 15%, e Thor Dantas, com 2%. Wenceslau observou que o levantamento apresenta uma mudança em relação a pesquisas anteriores, nas quais Alan Rick aparecia na liderança.

“São números, é um retrato do momento. Acredita quem quiser. É facultado a cada eleitor ter a sua própria opinião”, comentou. Para o jornalista, pesquisas podem funcionar como parâmetro para as campanhas, mas também precisam ser avaliadas a partir do histórico e da credibilidade de cada instituto.

Wenceslau lembrou que já houve casos no Acre em que levantamentos apresentaram diferenças expressivas em relação ao resultado posteriormente registrado nas urnas. Por isso, disse não ser possível afirmar antecipadamente se os números divulgados nesta segunda-feira estarão próximos do resultado de 4 de outubro.

“Essa pesquisa é verdadeira? Não sei, não dá para saber. É mentirosa? Não sei, não dá para saber. Como é que a gente vai saber se os números representam o que vai sair lá na urna no dia 4 de outubro? Não tem como saber”, afirmou.

Durante o comentário, o apresentador também mencionou a controvérsia levantada antes mesmo da divulgação da pesquisa envolvendo a relação do responsável pelo instituto com o Governo do Estado. Wenceslau afirmou que havia sido divulgada a informação de que o proprietário do Data Control ocupa cargo no primeiro escalão estadual, com remuneração de R$ 18 mil, e que a publicação responsável pela informação apresentou o decreto de nomeação no Imac.

O jornalista, porém, fez questão de separar essa informação de qualquer acusação sobre a pesquisa. “Tem alguma coisa a ver? Será que ele mexeu nos números? Não dá para dizer, ninguém tem provas. Então é preciso ter calma, ter paciência, ter cautela”, disse.

Para o Senado, Wenceslau apresentou os números do Data Control que colocam Gladson Cameli com 22%, Márcio Bittar com 19%, Jorge Viana com 13%, Mara Rocha com 11%, Sérgio Petecão com 7,9% e Eduardo Velloso com 5,1%. Segundo ele, os números da disputa pelas duas vagas também devem provocar contestação entre as campanhas, especialmente diante da existência de levantamentos internos com cenários diferentes.

Wenceslau ressaltou que não vê problema na divulgação de diferentes pesquisas e que os levantamentos podem ajudar a mostrar o cenário político de determinado momento. O apresentador, no entanto, insistiu que a decisão final pertence ao eleitor.

“Não adianta você brigar com pesquisa, brigar com números, porque cada candidato tem a sua, cada eleitor tem a sua opinião. E o que vale é a eleição. Se pesquisa fosse definir resultado de alguma coisa, não precisava fazer eleição”, afirmou.

Ao concluir o comentário, Wenceslau disse que a sucessão de pesquisas durante a campanha também coloca à prova a convicção do eleitor, que precisa analisar propostas, trajetórias e informações antes de decidir o voto, independentemente das oscilações apresentadas pelos institutos.

Assista

Mailza diz que campanha ganha apoio popular durante carreata em Rio Branco

A governadora do Acre e candidata à reeleição, Mailza Assis, afirmou neste domingo (23) que a campanha tem ampliado o apoio entre os eleitores durante a reta final da disputa pelo governo. A declaração foi feita durante a “Mega Carreata do 11 – Pro Acre Avançar”, que reuniu apoiadores, candidatos e lideranças políticas na parte alta de Rio Branco.

“Sinto todos os dias a população me abraçando”, disse Mailza ao comentar a participação de eleitores nas atividades realizadas pela campanha.

A candidata afirmou que a mobilização aumenta a responsabilidade do grupo político e defendeu a continuidade das visitas aos municípios e do diálogo com a população até a eleição. Mesmo com a adesão registrada durante a carreata, Mailza disse que considera a disputa aberta.

“Eu quero agradecer a participação de todos, mas não tem nada garantido, não tem nada certo. Nós temos aí longos 40 dias de caminhada, de pé no chão, visitando os municípios, conversando com as pessoas”, afirmou.

Mailza também disse que pretende manter a população envolvida na construção das propostas apresentadas durante a campanha. Para a candidata, os moradores devem participar das discussões sobre os projetos destinados ao desenvolvimento do Acre.

“Isso aqui é demonstração da aceitação das pessoas e de quanto elas se sentem incluídas nesse projeto que foi feito para a população, para a participação de cada acreano, independente da sua cor, da sua raça, do seu status social. Nós precisamos inserir a população naquilo que nós planejamos, pensamos e queremos para o nosso estado”, declarou.

A concentração da carreata ocorreu no início da Estrada Irineu Serra, em Rio Branco. A organização estimou que mais de 2 mil carros e motocicletas participaram da mobilização.

Bocalom lidera segunda carreata em Rio Branco ao lado de Velloso e Alysson Bestene

O candidato ao Governo do Acre Tião Bocalom liderou, neste domingo (23), a segunda carreata da coligação Produzir para Empregar em Rio Branco. A mobilização reuniu apoiadores e centenas de veículos em um percurso que começou no Calafate e terminou na região do Jequitibá, com a participação do candidato ao Senado Eduardo Velloso e do prefeito da capital, Alysson Bestene.

A concentração ocorreu em frente ao Campo do Calafate. De lá, carros e motocicletas seguiram por ruas da região até a Avenida Paulo Lemos, onde a programação foi encerrada em frente à quadra coberta do Jequitibá. Durante o trajeto, moradores acompanharam a passagem da comitiva das calçadas, residências e estabelecimentos comerciais.

Bocalom percorreu o trajeto ao lado de Velloso e Alysson, além de candidatos a deputado estadual e federal que integram a coligação. Kelen Bocalom, esposa do candidato ao governo e candidata a deputada federal, também participou da agenda.

A presença de Alysson Bestene reforçou a aproximação política mantida com Bocalom. Atual prefeito de Rio Branco, Alysson foi vice durante a administração de Bocalom e assumiu o comando da prefeitura após a saída do então titular para disputar o Governo do Acre.

Durante a mobilização, Bocalom concentrou o discurso na geração de emprego, produção e criação de oportunidades. O candidato também afirmou que pretende manter uma campanha voltada ao contato direto com moradores da capital e do interior.

Eduardo Velloso acompanhou a carreata e defendeu a ampliação das agendas nos bairros como parte da estratégia para apresentar as propostas da chapa. A campanha tem colocado desenvolvimento econômico e geração de empregos entre os principais temas defendidos nas atividades eleitorais.