Edvaldo Magalhães cobra medidas de Mailza para enfrentar crise fiscal de R$ 800 milhões no Acre

O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobrou, nesta quarta-feira (28), durante sessão na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que a governadora reeleita Mailza Assis (PP) adote medidas de contenção de despesas para enfrentar a crise fiscal do Estado. O parlamentar afirmou que o déficit pode ultrapassar R$ 800 milhões e defendeu que os ajustes comecem pela revisão dos gastos com cargos comissionados, sem penalizar os servidores de menor remuneração.

Durante o pronunciamento, Edvaldo afirmou que o governo estadual vem realizando cancelamentos de empenhos para tentar reduzir o desequilíbrio financeiro. Segundo ele, um levantamento produzido por técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC) apontaria o cancelamento de R$ 15 milhões em despesas já liquidadas, mais de R$ 60 milhões em outros empenhos e valores superiores a R$ 200 milhões em registros adicionais. Os números foram apresentados pelo deputado e ainda dependem de confirmação oficial do órgão de controle.

O parlamentar criticou a condução das contas públicas ao longo de 2026 e afirmou que a situação financeira foi tratada sem a devida atenção pelo governo. Para ele, a administração estadual terá de decidir quais despesas serão reduzidas antes do encerramento do exercício financeiro.

“O governo vai ter que tomar uma decisão e fazer escolhas nessa decisão. Quem serão demitidos? Vão enxugar na farra dos cargos comissionados? Tem centenas deles que sequer prestam serviços. Todo mundo aqui sabe disso. Ou vão apenas economizar em cima do salário mínimo dos terceirizados?”, questionou.

Edvaldo defendeu que o ajuste fiscal não recaia sobre os trabalhadores que recebem os menores salários. O deputado também cobrou o cumprimento do compromisso assumido por Mailza de recompor os 10% da tabela salarial dos profissionais da Educação, retirados em 2022, durante a gestão de Gladson Cameli.

Outra reivindicação apresentada foi a implementação do novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores da Saúde. Segundo o parlamentar, o Estado contratou a Fundação Getulio Vargas (FGV) por aproximadamente R$ 500 mil para elaborar a proposta, que ainda precisa ser transformada em lei.

Para Edvaldo, a recuperação da capacidade financeira do Estado será necessária tanto para garantir o funcionamento dos serviços públicos quanto para permitir que a governadora cumpra os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral.

O deputado também apontou o déficit previdenciário como um dos fatores que comprometem a capacidade de investimento do Acre. Ele defendeu a negociação de alternativas com o governo federal e sugeriu que receitas provenientes de créditos de carbono sejam avaliadas como possível instrumento para enfrentar o desequilíbrio da Previdência estadual.

Apesar de integrar a oposição, Edvaldo afirmou reconhecer a necessidade de medidas de contenção de gastos, desde que acompanhadas de critérios que preservem os direitos dos servidores públicos.

“Eu, com a consciência tranquila de quem está na oposição, digo: são medidas necessárias, porque, senão, não se viabiliza a máquina pública neste final de ano, muito menos um mandato com condições de realizar minimamente o que foi prometido”, declarou.

A discussão ocorre três dias após a reeleição de Mailza Assis ao governo do Acre. Com a continuidade da administração estadual assegurada para os próximos quatro anos, a governadora terá de enfrentar os problemas orçamentários apontados pelo parlamentar e definir as prioridades de gastos para o encerramento de 2026 e o início do novo mandato.

Governar com aliados não é lotear o governo

Por Zé Américo Silva*

Formar uma equipe com parceiros políticos faz parte da democracia. Entregar órgãos e cargos como propriedade de partidos e padrinhos compromete a gestão e prejudica a população.

Encerradas as eleições, começa uma disputa que o eleitor nem sempre acompanha: a formação dos governos. É quando alianças precisam se transformar em capacidade de administrar. Mas é também quando surge a tentação de tratar a vitória como autorização para repartir a máquina pública. A diferença entre essas práticas define o destino de uma gestão.

Governar com aliados é da essência da democracia. Ninguém reúne sozinho toda a representação social, todo o conhecimento e toda a força política necessários para governar. Partidos que construíram uma vitória têm legitimidade para participar da administração. Negociar prioridades, compartilhar responsabilidades e formar maiorias faz parte do jogo democrático.

O desvio começa quando participação vira propriedade. Quando uma secretaria passa a ser “do partido”, uma diretoria se torna “do deputado” e um órgão fica reservado a um padrinho, o interesse público perde o comando. O indicado deixa de responder ao projeto de governo e passa a obedecer a quem o nomeou. O gestor continua com a responsabilidade, mas entrega a autoridade.

Não é a filiação partidária que desqualifica alguém. É a ausência de competência, compromisso público e disposição para prestar contas. Um aliado pode ser um excelente secretário. Um profissional apresentado como técnico também pode servir a interesses privados. A escolha séria exige capacidade para a função, integridade e compromisso com metas. Lealdade pessoal não substitui nenhuma dessas condições.

A história brasileira oferece advertências. Em 1993, o escândalo dos Anões do Orçamento revelou a manipulação de recursos federais para beneficiar interesses privados. Em 2006, o caso das Sanguessugas expôs um esquema de emendas e compras superfaturadas de ambulâncias que alcançava prefeituras em diferentes estados. Não eram simples divergências sobre políticas públicas: eram mecanismos de apropriação do dinheiro da população. 

Esses episódios não autorizam a condenação das alianças. Mostram, porém, o perigo de permitir que grupos controlem recursos e decisões sem fiscalização efetiva. Quando o orçamento ganha donos e os controles são tratados como obstáculos, abre-se espaço para o desvio.

E o loteamento pode fracassar antes mesmo de produzir um escândalo. Basta montar um governo em que cada secretaria tenha um comando político próprio, prioridades incompatíveis e resistência à cobrança. A saúde não conversa com a assistência social; as obras ignoram o planejamento; o cidadão percorre repartições que não se entendem. O custo aparece na fila, no atraso e no desperdício.

Por isso, a composição deve começar pelo programa, pelas entregas e pelos critérios de escolha. Só depois vêm os nomes. Aliados precisam participar de um governo que tenha direção, metas e avaliação. Quem indica não pode ganhar poder de veto sobre a fiscalização nem blindar o indicado contra a substituição.

A regra vale para todos: quem foi eleito, quem foi reeleito e quem assume o comando em razão das sucessões decorrentes do novo quadro eleitoral e partidário. Renovação não concede licença para improvisar. Reeleição não transforma a administração em patrimônio pessoal. Sucessão não obriga ninguém a conservar feudos.

Prefeitos, governadores e presidentes devem respeito aos parceiros, mas devem satisfação à sociedade. Nenhum acordo pode valer mais que o serviço público. Nenhuma dívida de campanha pode ser paga com a entrega do Estado.

A urna entrega um mandato, não uma escritura. Aliados são parceiros de governo. O povo continua sendo o dono.

*Zé Américo Silva é jornalista e consultor d marketing político

Rio Branco recebe primeira Feira do Mel de 31 de outubro a 2 de novembro no Horto Florestal

Rio Branco vai sediar, entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro, a primeira edição da Feira do Mel, no Horto Florestal. O evento reunirá produtores rurais, pesquisadores e empreendedores para promover a comercialização de produtos da agricultura familiar, a criação de abelhas e o desenvolvimento da bioeconomia no Acre.

A feira é organizada pela organização não governamental Mãos que Ajudam, com participação do governo estadual, por meio da Secretaria de Agricultura (Seagri). A programação aberta ao público ocorrerá das 15h às 19h, enquanto as atividades científicas e educativas terão início às 13h.

Entre as atividades previstas estão palestras gratuitas com especialistas, oficinas e ações de educação ambiental. Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) participarão das discussões sobre a criação de abelhas e sua relação com a conservação da biodiversidade.

Uma das atividades será a Trilha do Mel, realizada no Refúgio das Abelhas Acreanas, localizado no Ramal Quixadá. O espaço abriga um meliponário, onde os visitantes poderão conhecer espécies de abelhas nativas sem ferrão e compreender sua função na polinização e na manutenção dos ecossistemas.

O público também encontrará estandes de comercialização de mel, artesanato, biojoias, produtos da agricultura familiar e derivados da floresta. A programação gastronômica contará com a experiência Sabores da Floresta: Mel & Samburá, voltada à apresentação de produtos regionais.

As crianças poderão participar da atividade Pequenos Guardiões das Abelhas, conduzida por Anne Ferreira, com ações educativas sobre a natureza e a importância desses insetos para o meio ambiente.

A chefe do Núcleo do Mel da Seagri, Rúbia Lima, afirmou que o evento pretende ampliar a visibilidade dos produtores e estimular a atividade no estado. A iniciativa também busca aproximar consumidores dos apicultores e meliponicultores, criando oportunidades para a comercialização da produção local.

A secretária estadual de Agricultura, Temyllis Silva, apontou a feira como uma oportunidade de incentivar atividades econômicas relacionadas ao aproveitamento dos recursos naturais, associando a produção rural à conservação ambiental.

Além da Seagri, participam da realização instituições como Sebrae, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Instituto Federal do Acre (Ifac), Inpa, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), Secretaria de Turismo e Empreendedorismo (Sete), Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) e Defensoria Pública do Estado.

Aeródromos do Acre registram mais de 10,8 mil voos em nove meses; Feijó lidera movimentação

Os aeródromos administrados pelo governo do Acre registraram 10.874 operações aéreas entre janeiro e setembro de 2026. Somente em setembro, foram contabilizados 1.474 voos, o maior volume mensal do ano. Os números fazem parte do levantamento do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), divulgado nesta quarta-feira (28).

A movimentação de setembro representou um crescimento de 6,3% em comparação com agosto, quando ocorreram 1.387 operações. Em relação a janeiro, que registrou 1.061 voos, o aumento chegou a 38,9%.

Entre os municípios, Feijó concentrou o maior número de operações em setembro, com 408 voos. Marechal Thaumaturgo aparece na segunda posição, com 354, seguido por Tarauacá, com 278. Juntos, os três municípios responderam por 1.040 operações, aproximadamente 70,6% de toda a movimentação registrada no mês.

Os demais voos foram distribuídos entre Jordão, com 145 operações; Porto Walter, com 128; Xapuri, com 63; Santa Rosa do Purus, com 61; e Manoel Urbano, com 37.

O levantamento também apresenta a classificação das operações realizadas em setembro. Do total, 1.326 foram consideradas voos normais, enquanto 142 atenderam ao serviço de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), destinado ao transporte de pacientes que precisam realizar procedimentos de saúde fora de seus municípios.

Entre os voos relacionados ao TFD, 131 ocorreram durante o dia e 11 no período noturno. Outros seis registros correspondem a operações noturnas de helicóptero.

A movimentação aérea nos aeródromos estaduais também apresentou crescimento nos últimos três anos. Em 2023, foram registrados 7.123 voos. O número subiu para 9.162 em 2024 e alcançou 11.906 operações em 2025, um aumento acumulado de 67,2% no período.

Com os resultados dos primeiros nove meses de 2026, os aeródromos estaduais já contabilizaram o equivalente a 91,3% de toda a movimentação registrada no ano passado. Para superar o total de 2025, serão necessárias mais 1.033 operações entre outubro e dezembro.

Ameaçar demitir trabalhador por votar em Lula é ilegal e pode ser denunciado ao Ministério Público do Trabalho

O Ministério Público do Trabalho (MPT) orienta trabalhadores que sofrerem ameaças de demissão, perseguição ou qualquer tipo de retaliação por suas escolhas políticas a registrar denúncia, mesmo após o encerramento das eleições de 2026. A orientação ganhou repercussão nas redes sociais depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (25), diante de publicações que incentivam empresários a dispensar funcionários identificados como eleitores de esquerda.

Entre o encerramento da votação e as 17h45 de terça-feira (27), o MPT recebeu 530 denúncias de assédio eleitoral em todo o Brasil. O número representa 21,4% dos 2.467 registros contabilizados pelo órgão ao longo de 2026.

As denúncias envolvem ameaças de demissão, dispensas motivadas por posicionamento político, recusa de contratação e outras formas de discriminação. O Ministério Público também investiga publicações de empresários, políticos e influenciadores que estimulam a perseguição de trabalhadores em razão do candidato escolhido nas urnas.

O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, afirmou que a liberdade política dos trabalhadores deve ser respeitada. “O empresário é dono do seu negócio e não do voto do seu empregado”, declarou ao tratar das denúncias recebidas após o segundo turno.

A legislação brasileira proíbe práticas discriminatórias nas relações de trabalho. A Lei nº 9.029/1995 estabelece medidas de proteção contra dispensas discriminatórias, permitindo que o trabalhador prejudicado busque judicialmente a reintegração ao emprego, com pagamento dos salários do período de afastamento, ou o recebimento em dobro da remuneração correspondente ao período, além de eventual indenização por danos morais.

No Acre, o Ministério Público do Trabalho também atua no combate ao assédio eleitoral. No início de outubro, uma decisão da 1ª Vara do Trabalho de Rio Branco determinou medidas para proteger a liberdade de escolha política de trabalhadores terceirizados que prestam serviços de vigilância em unidades da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre). A decisão foi proferida em ação apresentada pelo MPT contra o Estado e a empresa Columbia Segurança e Vigilância Patrimonial.

O órgão esclarece que o encerramento das eleições não impede a investigação de situações de discriminação relacionadas ao voto. Trabalhadores que forem ameaçados ou identificarem publicações de empresários anunciando demissões por motivos políticos podem reunir provas e comunicar os fatos às autoridades.

Entre os materiais que podem auxiliar na investigação estão capturas de tela de publicações, mensagens de aplicativos, áudios, vídeos e informações sobre a empresa ou os responsáveis pelas ameaças.

As denúncias podem ser encaminhadas pelo site do Ministério Público do Trabalho, na área destinada ao assédio eleitoral. O procedimento permite o registro anônimo ou a solicitação de sigilo da identidade do denunciante.

O MPT também poderá adotar medidas judiciais contra empregadores que promovam demissões discriminatórias e contra pessoas que incentivem publicamente esse tipo de conduta.

Obra de R$ 800 mil na Avenida Joaquim Távora passa por vistoria dos Bombeiros em Cruzeiro do Sul

A Prefeitura de Cruzeiro do Sul e o Corpo de Bombeiros realizaram, nesta terça-feira (27), uma vistoria na galeria de drenagem em construção na Avenida Joaquim Távora, nas proximidades da antiga Napolitana. A intervenção, que recebe investimento de aproximadamente R$ 800 mil, tem como objetivo ampliar o escoamento das águas da chuva e evitar novos problemas de erosão, alagamentos e afundamentos na pavimentação.

O prefeito Zequinha Lima acompanhou a inspeção, realizada para verificar as condições da estrutura instalada sob a avenida. Durante a vistoria, os bombeiros avaliaram possíveis obstruções, danos e a necessidade de intervenções para garantir o funcionamento do sistema de drenagem.

O tenente Moisés Benevenuto, que participou da inspeção, explicou que o trabalho busca identificar situações que possam comprometer a estrutura. A avaliação também servirá para orientar eventuais medidas que precisem ser adotadas pela administração municipal.

Segundo o secretário municipal de Obras, Carlos Alves, os serviços estão sendo executados em ritmo acelerado, com equipes trabalhando durante a noite e nos finais de semana, conforme as condições climáticas. Embora o prazo inicial previsto para a obra fosse de 60 dias, a Prefeitura trabalha com a possibilidade de concluir os serviços em até 15 dias, contados da vistoria.

A nova galeria utiliza 48 blocos de concreto e possui uma estrutura de aproximadamente 25 metros de comprimento por cinco metros de largura, com seção de vazão de cinco metros por 2,5 metros. A expectativa da Secretaria de Obras é triplicar a capacidade de escoamento em comparação com o sistema anterior.

A antiga drenagem era formada por tubulações metálicas que apresentavam desgaste provocado pelo tempo e pela passagem da água. A deterioração comprometia o fluxo das chuvas e contribuía para erosões, afundamentos no asfalto e pontos de alagamento na região próxima à Avenida Mâncio Lima.

Com a substituição da tubulação por uma galeria construída em alvenaria, a administração municipal pretende reduzir os riscos de novos danos à via e melhorar o direcionamento das águas pluviais, especialmente durante o período de chuvas.

Dos aproximadamente R$ 800 mil destinados à intervenção, mais de R$ 200 mil são recursos próprios da Prefeitura de Cruzeiro do Sul. O restante do investimento é financiado por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Nicolau Júnior.

No Dia do Servidor Público, Alysson Bestene reconhece trabalho de funcionários da Prefeitura de Rio Branco

O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene (PP), homenageou nesta quarta-feira (28) os funcionários municipais pela passagem do Dia do Servidor Público. Em mensagem publicada nas redes sociais, o gestor agradeceu aos profissionais que atuam nas diferentes áreas da administração e reafirmou o compromisso da Prefeitura com a valorização da categoria.

Na manifestação, Alysson falou sobre a importância do trabalho coletivo para o funcionamento dos serviços municipais e reconheceu a contribuição dos servidores nas ações desenvolvidas pela gestão.

“Uma das coisas que a vida me ensinou foi que ninguém faz nada sozinho”, declarou o prefeito ao se dirigir aos trabalhadores.

O gestor também abordou questões relacionadas à remuneração e às condições de trabalho no serviço público municipal. Entre os compromissos mencionados estão a manutenção dos salários em dia, o cumprimento da data-base e a adoção de medidas voltadas à melhoria da estrutura oferecida aos profissionais.

A homenagem ocorre em meio às atividades alusivas ao Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro. A data é dedicada aos trabalhadores que desempenham funções administrativas, técnicas e operacionais nos órgãos públicos, incluindo áreas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.

Em Rio Branco, a Prefeitura transferiu para sexta-feira (30) o ponto facultativo relacionado à comemoração, conforme o Decreto Municipal nº 2.032. A medida altera o expediente dos órgãos municipais, com a manutenção dos serviços considerados essenciais.

A mensagem do prefeito também reforçou o papel dos servidores na continuidade das atividades da administração pública e no atendimento às demandas da população da capital acreana.