Zequinha Lima reúne lideranças do Juruá em apoio a Alan Rick em Cruzeiro do Sul

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, reuniu lideranças políticas, religiosas e comunitárias do Vale do Juruá, na noite de terça-feira, 4 de agosto, em apoio à candidatura do senador Alan Rick ao Governo do Acre. O encontro, realizado na quadra da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), também marcou a apresentação de Rico Leite, candidato a vice-governador, ao público da região.

Zequinha afirmou que o evento teve como objetivo organizar as lideranças para o início da campanha e apresentar as propostas da chapa. O prefeito declarou acreditar na possibilidade de vitória de Alan Rick ainda no primeiro turno.

“É um encontro de lideranças, no qual temos a oportunidade de falar das propostas de governo e preparar nossa equipe para a campanha. Também é o momento de apresentar oficialmente o nosso candidato a vice-governador, Rico Leite, às principais lideranças do Juruá”, afirmou.

O prefeito acrescentou que, com a definição do candidato a vice, o grupo vai intensificar a mobilização eleitoral na região. “Agora temos a chapa completa e vamos preparar esse ambiente para que o Alan saia vitorioso. Temos condições de vencer essa eleição no primeiro turno”, disse.

Rico Leite falou sobre sua trajetória como empresário e afirmou que pretende levar a experiência da iniciativa privada para uma eventual gestão estadual. Ele disputa pela primeira vez um cargo eletivo.

“Para mim, é uma honra ter sido convidado pelo Alan. Conheço o Alan há muitos anos e sei da seriedade com que faz política. Venho da iniciativa privada, nunca fui candidato a nenhum cargo e acredito que essa experiência pode contribuir para o desenvolvimento do Acre”, declarou.

O candidato a vice-governador também defendeu políticas voltadas à geração de oportunidades e ao crescimento econômico. “Quero ajudar a construir um estado que gere oportunidades, cresça e avance. Estou muito feliz por fazer parte dessa caminhada”, completou.

Alan Rick agradeceu o apoio recebido e afirmou que o Vale do Juruá terá espaço na elaboração do programa de governo. O senador disse que a campanha pretende ouvir moradores e lideranças dos municípios acreanos.

“É uma alegria voltar a Cruzeiro do Sul e receber o carinho de tantas lideranças e de tantas pessoas que acreditam que o Acre pode avançar. Vamos construir esse projeto ouvindo as pessoas e trabalhando para levar desenvolvimento, oportunidades e mais qualidade de vida para todas as regiões do estado”, afirmou.

Participaram do encontro o candidato ao Senado Júnior Feitosa, do DC; o presidente da Câmara de Cruzeiro do Sul, Elter Nóbrega, do PSD; o vice-prefeito de Mâncio Lima, Andinho; e o vice-prefeito de Rodrigues Alves, Neto do Jamilson.

Também estiveram presentes a secretária municipal de Saúde de Rodrigues Alves, Paula Paixão; o presidente do PSD em Cruzeiro do Sul, Luís Padilha; o pré-candidato a deputado federal Coronel Edvan; o pré-candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Rodrigues Alves Jailson Amorim; os vereadores Vlad e Amozildo, de Mâncio Lima; o vereador Neto Dias, de Porto Walter; o ex-deputado estadual e produtor rural Jonas Lima; além de outras lideranças do Juruá.

Zequinha Lima questiona exemplo de candidata que “convive com suspeito de violentar mulheres”

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, elevou o tom ao explicar o afastamento do atual grupo governista e a decisão de apoiar a pré-candidatura do senador Alan Rick ao governo do Acre. Durante entrevista ao programa “Papo Informal”, apresentado pelo jornalista Luciano Tavares, o prefeito colocou o combate à violência contra a mulher no centro de sua justificativa política.

Questionado sobre os motivos que o levaram a escolher Alan Rick, Zequinha afirmou que o senador é um candidato em quem “as mulheres podem confiar”. Na sequência, sem citar nominalmente a governadora Mailza ou o marido dela, o prefeito dirigiu uma crítica à principal adversária de seu candidato na disputa estadual.

“Eu não sei se eu deveria falar isso aqui, mas as mulheres não merecem ser violentadas. O que é que a candidata do governo hoje pode dar de exemplo para as mulheres se convive com a pessoa que é suspeita de violentar mulheres? O que é que as mulheres podem esperar disso, principalmente aquelas que são violentadas?”, questionou.

Ao fazer a declaração, Zequinha não apresentou detalhes sobre o caso nem mencionou diretamente os nomes das pessoas às quais se referia. Ainda assim, deixou claro que o tema teve peso em sua decisão de romper com o grupo governista e seguir ao lado de Alan Rick.

Para o prefeito, a defesa dos direitos das mulheres precisa ultrapassar os discursos e orientar a postura de quem ocupa ou pretende ocupar cargos públicos.

“As mulheres são a maioria dos eleitores e precisam ter o respeito de todos nós, não só da classe política, mas têm uma importância na sociedade grande no sentido de desenvolvimento. Todo mundo tem que respeitar. Não é porque ela é mulher que eu tenho o direito de bater, de oprimir de maneira nenhuma”, declarou.

Ao concluir o raciocínio, Zequinha afirmou que o Acre precisa mudar a realidade relacionada ao respeito e à segurança das mulheres. Na avaliação dele, Alan Rick reúne as condições para conduzir esse processo e colocar o estado em um “outro patamar”.

Zequinha Lima reafirma apoio a Alan Rick, elogia escolha de vice e promete mobilização no Juruá

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, reafirmou apoio ao senador Alan Rick na disputa pelo Governo do Acre e anunciou que pretende mobilizar seu grupo político para fortalecer a candidatura na região do Juruá. Em entrevista ao programa “Papo Informal”, apresentado pelo jornalista Luciano Tavares, o gestor defendeu o perfil municipalista do senador, aprovou a escolha do empresário conhecido como Rico para compor a chapa como vice e criticou a atual gestão estadual.

Zequinha afirmou que Alan Rick reúne as condições necessárias para conduzir o Acre a uma nova fase de desenvolvimento. Para o prefeito, um dos principais diferenciais do senador está na relação construída com as prefeituras e na distribuição de recursos para diferentes cidades do estado.

“O Alan tem usado as emendas dele e tem botado essas emendas em todos os municípios do Acre”, afirmou.

Na avaliação do prefeito, os principais problemas enfrentados pela população estão concentrados nas cidades e precisam ser tratados por um governo que mantenha diálogo permanente com os gestores municipais. Ele também disse que Alan Rick assumiu o compromisso de trabalhar com todos os prefeitos, independentemente das alianças partidárias formadas durante a eleição.

A escolha do empresário Rico como pré-candidato a vice-governador também recebeu o apoio de Zequinha. Embora tenha afirmado que ainda não o conhece pessoalmente, o prefeito disse considerar positiva a trajetória do empresário, marcada pela origem humilde, pela atuação no setor privado e pela geração de empregos.

Para Zequinha, a experiência empresarial pode complementar a articulação política de Alan Rick e contribuir para a construção de medidas voltadas ao crescimento econômico do estado.

“A gente precisa criar os meios e as condições políticas para que o Estado possa crescer, e o empresário vai ajudar a criar esses mecanismos, apontar caminhos para que as pessoas possam melhorar de vida”, declarou.

Durante a entrevista, o prefeito também direcionou uma mensagem ao eleitorado feminino e afirmou que Alan Rick é um candidato em quem as mulheres podem confiar. Sem mencionar nomes, Zequinha criticou a atual gestão estadual e questionou a postura da candidatura apoiada pelo governo diante de suspeitas de violência contra mulheres envolvendo uma pessoa próxima ao grupo político.

A declaração foi apresentada pelo prefeito como um dos motivos para defender uma mudança no comando do Executivo estadual. Zequinha afirmou que as mulheres precisam ser respeitadas pela classe política e associou a candidatura de Alan Rick a esse compromisso.

Com mais de 64 mil eleitores em Cruzeiro do Sul, o prefeito disse que pretende participar diretamente da campanha e ampliar a presença do senador entre os diferentes grupos políticos da região. A estratégia será vincular o nome de Alan Rick aos cinco pré-candidatos a deputado federal apoiados pelo grupo comandado por Zequinha.

“O material que nós vamos distribuir dos candidatos a deputados federais é o material com o nome do Alan. Todas as reuniões que nós vamos fazer em Cruzeiro do Sul com esses candidatos, lá vai estar o nome do Alan como candidato a governador”, explicou.

A expectativa do prefeito é reunir eleitores de diferentes candidaturas proporcionais em torno do mesmo nome para o Governo do Acre. Com a mobilização, Zequinha pretende transformar Cruzeiro do Sul e os demais municípios do Juruá em uma das principais bases eleitorais de Alan Rick na disputa estadual.

Confira a entrevista completa:

Zequinha Lima confirma apoio a Alan Rick e critica tratamento do grupo de Mailza: “Sempre tive lado”

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, confirmou neste domingo apoio à candidatura do senador Alan Rick (Republicanos) ao governo do Acre. Durante a convenção que oficializou a chapa, o prefeito afirmou que atuará na coordenação da campanha no Vale do Juruá e criticou o tratamento dispensado a aliados nas recentes articulações políticas estaduais.

À frente do município com o segundo maior eleitorado do Acre, Zequinha rejeitou as especulações de que permaneceria neutro na disputa eleitoral de 2026. No discurso, afirmou que sempre assumiu posições claras nas eleições das quais participou.

“Por alguns dias, a atração ou os olhares políticos se voltaram para o Juruá, porque as pessoas duvidavam que a gente pudesse tomar uma decisão política. Eu nunca fui em movimento nenhum, nunca fui de ficar em cima do muro, nem nunca fui de fazer meia-boca ou de fazer de conta em uma eleição”, declarou o prefeito de forma categórica à multidão.

Zequinha também afirmou ter se sentido desrespeitado durante as negociações que antecederam a definição de seu apoio. Sem citar nomes, relacionou a decisão de caminhar com Alan Rick à forma como aliados e lideranças políticas foram tratados.

“Eu sempre tive lado na política e sempre gosto de estar do lado daqueles que têm respeito com as pessoas. Eu me senti desrespeitado, Alan. Me senti desrespeitado, me senti ofendido, porque quando ofendem as pessoas, ofendem a mim”, revelou o gestor municipal, sendo bastante aplaudido pelos presentes.

O prefeito ainda criticou o que classificou como perseguição política e falta de respeito aos acreanos nos últimos dias. “O que eu tô vendo, o que eu tô presenciando nos últimos dias é de envergonhar os acreanos. É tanta perseguição às pessoas, tanta falta de respeito com as pessoas, falta de respeito aos acreanos”, denunciou.

Ao assumir publicamente a coordenação da campanha no Juruá, Zequinha prometeu trabalhar pela eleição de Alan Rick e do candidato a vice-governador Ricardo Leite, conhecido como Rico. A região é considerada estratégica por concentrar parte expressiva do eleitorado do interior do estado.

“Hoje eu posso vir aqui de peito aberto dizer para o Acre, dizer para você, dizer pro Rico, que o Zequinha tá na sua campanha de corpo e alma. Serei um soldado incansável na sua campanha, na sua batalha. Quero coordenar a sua campanha na região do Juruá. Se tiver que tirar leite de pedra, nós vamos tirar para que a gente possa trazer e conquistar as pessoas, e a gente sair vitorioso nessa eleição”, garantiu.

No encerramento do discurso, Zequinha recomendou que Alan Rick mantenha uma postura de diálogo durante a campanha e evite responder aos ataques com confrontos. “Quando as pessoas olharem de cara feia para você, meu governador, dê um sorriso para eles, porque nós acreanos estamos precisando de alegria. A gente tá envergonhado com tanta coisa feia que a gente tem visto desse estado. Quando jogarem uma pedra no meio do seu caminho, devolva essa pedra em forma de flor, porque não vamos nos eleger forçando as pessoas a votar; nós vamos conquistar o coração dos acreanos, e isso é o mais importante.”

Foto: Sérgio Vale/AC24h

Prefeitura de Cruzeiro do Sul amplia parceria com TCE-AC para melhorar gestão pública

A Prefeitura de Cruzeiro do Sul e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) discutiram nesta sexta-feira (24) ações conjuntas para ampliar a transparência, melhorar a aplicação dos recursos públicos e dar mais segurança às decisões administrativas do município.

O prefeito Zequinha Lima participou da reunião acompanhado de assessores. Pelo Tribunal de Contas, estiveram presentes a presidente da instituição, conselheira Dulce Benício, os conselheiros Ribamar Trindade, Naluh Gouveia e Mário Sérgio, além do conselheiro aposentado Valmir Ribeiro.

Durante o encontro, os representantes das duas instituições trataram da adoção de boas práticas administrativas e do cumprimento da legislação. A aproximação também busca manter um canal permanente de orientação entre o órgão fiscalizador e a administração municipal.

Zequinha Lima afirmou que o apoio técnico do Tribunal auxilia os gestores na condução dos serviços públicos e na tomada de decisões. “Essa aproximação fortalece nosso trabalho, nos dá mais segurança na tomada de decisões e reafirma nosso compromisso com uma gestão transparente, responsável e voltada para oferecer serviços cada vez melhores à população de Cruzeiro do Sul”, declarou.

Além de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, o TCE-AC orienta os municípios sobre procedimentos administrativos, prestação de contas, contratos e outras medidas necessárias para o cumprimento das normas. A cooperação pretende reduzir falhas, aprimorar os processos internos da prefeitura e aumentar a eficiência da gestão municipal.

Autoridades cobram investigação e prestam solidariedade a Chico Melo após ataque em Cruzeiro do Sul

Autoridades, lideranças políticas e entidades de classe prestaram solidariedade ao jornalista Chico Melo e cobraram uma investigação rápida sobre a invasão de sua residência e as agressões sofridas durante a madrugada desta quarta-feira, 22 de julho, em Cruzeiro do Sul. As manifestações trataram o episódio como uma ameaça à liberdade de imprensa e defenderam a identificação dos autores e de possíveis mandantes. O caso está sob investigação da Polícia Civil.

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, suspendeu parte da agenda para prestar solidariedade pessoalmente ao jornalista. Ele afirmou conhecer Chico desde a infância e disse confiar no caráter e na seriedade do profissional.

“Eu suspendi minha agenda para vir aqui e dar um abraço no Chico. Conheço o Chico desde a infância e sei do caráter e da seriedade que ele sempre teve em sua vida”, declarou.

Zequinha afirmou que o ataque não deve ser tratado apenas como uma violência individual. Para o prefeito, a agressão alcança todos os profissionais que trabalham com informação no Acre.

“O Chico teve a liberdade de expressão ameaçada. Quando eu falo do Chico, falo de todos os jornalistas acreanos. A partir do momento em que um jornalista sofre violência por noticiar informações, todos estão ameaçados”, disse.

O prefeito cobrou uma resposta das instituições estaduais e afirmou que divergências políticas ou editoriais não podem transformar jornalistas em inimigos. “Quero cobrar do Estado uma resposta para esse episódio e para essa afronta à democracia. As instituições não podem se calar diante de um caso tão grave.”

Zequinha também pediu uma reação da sociedade. “Hoje aconteceu com o Chico, mas amanhã poderá acontecer com outras pessoas. A sociedade e as instituições precisam levantar a voz.”

O ex-governador e ex-senador Jorge Viana defendeu proteção para Chico Melo, sua residência e o exercício da atividade jornalística. Ele afirmou que profissionais da imprensa precisam ter liberdade para investigar e publicar informações sobre corrupção, irregularidades e outros temas de interesse público.

“Jornalista tem que ter total liberdade para denunciar e falar de todos os temas. O Chico Melo é uma pessoa que trabalhou comigo e nunca agiu fora dos princípios que devem orientar um servidor e um colaborador”, afirmou.

Jorge Viana questionou o que aconteceria caso jornalistas fossem impedidos de publicar denúncias. “Se os jornalistas não puderem denunciar corrupção e irregularidades, terão que ficar todos calados? Isso é gravíssimo.”

Ele também defendeu medidas concretas de segurança. “O Chico precisa de proteção para a sua casa, para a sua integridade e para o exercício do seu trabalho. Ele não está apenas se sentindo ameaçado: sofreu uma agressão.”

Para Jorge Viana, pessoas ou instituições que se sintam prejudicadas por uma reportagem devem recorrer ao Poder Judiciário. “Quem se sentir atingido por uma notícia deve procurar a Justiça. Agredir, ameaçar e praticar um atentado exige uma ação firme das autoridades.”

O senador Alan Rick afirmou que o ataque precisa ser apurado e que os responsáveis devem receber punição prevista em lei. Ele classificou como inadmissíveis ameaças, invasões e agressões contra Chico Melo e o jornalista Rogério Wenceslau.

“Isso precisa ser apurado e os culpados devem ser punidos com todo o rigor da lei. É inadmissível agir contra o Chico e o Rogério com ameaças, invasões e agressões”, declarou.

Alan Rick afirmou que divergências fazem parte da democracia, mas não podem resultar em violência. “As divergências e os pontos de vista diferentes fazem parte da democracia, mas partir para a agressão, como esses covardes fizeram, é uma barbárie.”

O senador pediu que Chico continue trabalhando. “Chico, não abaixe a cabeça. Siga em frente. Ninguém pode intimidar jornalistas que estão cumprindo o seu papel e mostrando aquilo que a sociedade espera deles.”

Alan Rick também colocou seu mandato à disposição para colaborar com providências relacionadas ao caso. “Conte com o meu total apoio e solidariedade. No que estiver ao meu alcance, estaremos contribuindo.” Ele ocupa uma das cadeiras do Acre no Senado Federal.

O senador Sérgio Petecão defendeu a participação das forças estaduais de segurança e, caso seja necessário, da Polícia Federal. “Isso é um absurdo e ultrapassa todos os limites. Precisamos envolver as polícias Civil, Militar e, se for necessário, a Polícia Federal.”

Petecão afirmou que a invasão de uma residência e a exposição da família da vítima criam um precedente perigoso. “As divergências políticas, ideológicas e partidárias não podem chegar à invasão da casa de uma pessoa e à colocação de sua família em risco.”

O senador disse que poderá ajudar no encaminhamento das denúncias. “Quero prestar minha solidariedade e me colocar à disposição para ajudar na apresentação das denúncias às autoridades.”

Ele encerrou a manifestação cobrando responsabilização. “Esse caso não pode ficar impune. Não podemos nos calar diante desses fatos.” Sérgio Petecão exerce mandato no Senado pelo Acre até 2027.

O deputado estadual Edvaldo Magalhães afirmou que o ataque atingiu o direito da sociedade acreana à informação. Ele também reconheceu o trabalho realizado pela equipe da Rádio Integração no Vale do Juruá.

“Vocês estão cumprindo o papel extraordinário de levar à população do Acre, especialmente ao Vale do Juruá, informações às quais antes não se tinha acesso”, afirmou.

Edvaldo declarou que a agressão não pode ser analisada somente como um crime contra Chico Melo. “O direito à informação é um dos princípios e pilares da democracia. Na madrugada desta quarta-feira, a democracia foi atingida.”

“O atentado não foi apenas contra a vida do Chico Melo. Foi contra o Estado Democrático de Direito”, acrescentou.

O parlamentar anunciou que pretende levar o caso à Assembleia Legislativa do Acre. “Apresentarei uma denúncia e pedirei que a Assembleia Legislativa vote uma moção de repúdio e solidariedade à equipe da Rádio Integração, cobrando a apuração imediata dos fatos.”

O jornalista Itaan Arruda também prestou solidariedade a Chico Melo, Rogério Wenceslau e aos demais profissionais do Jornal da Manhã. Ele afirmou que o episódio não pode ser normalizado e precisa ser investigado até que a motivação e a autoria sejam esclarecidas.

“Nós não podemos nos calar nem normalizar uma situação como essa. Eu me solidarizo com Chico Melo, com Rogério Wenceslau e com toda a equipe do Jornal da Manhã”, declarou.

Itaan defendeu uma resposta das instituições de segurança e afirmou que o Governo do Estado deveria ter interesse direto no esclarecimento do crime. “É preciso saber quem teria interesse em sufocar e calar a voz de jornalistas que estão trabalhando.”

“O que aconteceu com Chico Melo é gravíssimo. Antes da agressão física, a imprensa já vinha sofrendo uma agressão institucional”, afirmou.

O jornalista também alertou para o risco de novos casos. “Hoje foi a equipe do Jornal da Manhã. Amanhã poderá ser qualquer outro jornalista. As autoridades precisam dar uma resposta forte e verdadeira.”

O ex-prefeito de Rio Branco Tião Bocalom afirmou que recebeu com tristeza a notícia do ataque e defendeu o diálogo como caminho para resolver divergências.

“Esse não é o Acre com que sonhamos. Queremos um Acre de paz e sem violência, principalmente contra quem tem o dever de informar”, disse.

Bocalom prestou solidariedade em nome de amigos de Rio Branco e pediu que Chico continue exercendo seu trabalho. “Não abaixe a cabeça e não se intimide. Vamos continuar lutando para que o Acre se liberte desse tipo de comportamento.”

O Partido dos Trabalhadores do Acre também publicou uma nota de solidariedade ao jornalista, aos familiares e aos profissionais do Grupo Integração. O documento foi assinado pelo presidente estadual da legenda, André Kamai.

O partido afirmou que todas as possíveis motivações devem ser investigadas, inclusive uma eventual ligação com a atividade jornalística. O PT cobrou uma apuração “rápida, rigorosa e independente”, além da adoção de medidas de segurança para Chico Melo, seus familiares e os demais integrantes da emissora.

“Nenhuma divergência política ou editorial pode justificar ameaças, agressões ou perseguições. A imprensa deve exercer seu trabalho com liberdade e segurança”, afirmou o diretório estadual. André Kamai ocupa a presidência do PT no Acre.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre e a Federação Nacional dos Jornalistas também repudiaram o ataque. As entidades cobraram da Polícia Civil uma investigação célere, transparente e independente para esclarecer a autoria, a motivação e todas as circunstâncias do crime.

A Fenaj informou que levará o caso ao Grupo de Trabalho Eleitoral do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“Informar não é crime. Questionar não é crime. Fazer jornalismo não é crime”, afirmaram o presidente do Sinjac, Luiz Cordeiro de Souza, e a presidenta da Fenaj, Samira de Castro.

As manifestações convergem na cobrança por uma investigação sem interferências, na proteção de Chico Melo e na defesa do direito dos jornalistas de trabalhar sem ameaças. Até o esclarecimento da autoria e da motivação, as declarações políticas sobre uma possível relação entre o ataque e a atividade profissional permanecem como hipóteses que dependem da apuração policial.

DNIT apresenta a Zequinha Lima projeto de reconstrução da BR-364

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes apresentou nesta terça-feira, 21, ao prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, o projeto de reconstrução da BR-364 no Acre. Durante a reunião, o superintendente regional do DNIT, Ricardo Araújo, detalhou as etapas da obra, o modelo técnico escolhido e a previsão de início dos trabalhos entre agosto e setembro.

“Viemos apresentar ao prefeito e à equipe do município todas as etapas que estão sendo executadas e o planejamento da recuperação da BR-364. Nossa meta é que, até o final de agosto, os trechos em manutenção estejam totalmente recuperados, eliminando os buracos e melhorando a trafegabilidade”, afirmou Araújo.

O projeto prevê a reconstrução de 416,4 quilômetros da rodovia entre Sena Madureira e o Rio Liberdade. O investimento total foi estimado em cerca de R$ 5 bilhões, com recursos previstos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento. A execução deverá durar entre cinco e seis anos.

A primeira etapa terá 104 quilômetros entre Sena Madureira e Manoel Urbano, com investimento superior a R$ 714 milhões. O DNIT trabalha para concluir a licitação e iniciar as intervenções ainda no segundo semestre.

A reconstrução será feita com macadame hidráulico, técnica que utiliza camadas de pedras compactadas para formar uma base mais resistente. A solução foi escolhida após estudos sobre as características do solo acreano e os danos provocados pelas chuvas e pela infiltração de água.

“Paralelamente, estamos avançando com a licitação da reconstrução definitiva utilizando o macadame hidráulico, uma solução desenvolvida a partir de estudos do DNIT Nacional e que oferece maior durabilidade para as condições da Amazônia”, explicou o superintendente.

Zequinha Lima afirmou que a apresentação do projeto permite ao município acompanhar o planejamento da obra e reforçou a importância da estrada para os moradores do Vale do Juruá.

“A BR-364 é a principal ligação terrestre da nossa região com o restante do estado, sendo fundamental para o transporte de pessoas, mercadorias, atendimento à saúde e fortalecimento da nossa economia”, declarou o prefeito.

“Ver um planejamento técnico sendo apresentado nos dá esperança de que teremos uma rodovia mais segura, duradoura e capaz de garantir o desenvolvimento do Vale do Juruá”, acrescentou.

Enquanto a contratação da reconstrução definitiva avança, o DNIT mantém serviços emergenciais nos pontos mais danificados da rodovia. A previsão é concluir até o fim de agosto a recuperação dos trechos em manutenção para reduzir os buracos e melhorar as condições de tráfego.

Gladson mira Zequinha, seu próprio apoiador

A Federação União Progressista, presidida no Acre pelo ex-governador Gladson Cameli, levou à Justiça Eleitoral o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, filiado ao Progressistas e aliado histórico do grupo político de Gladson. A ação foi apresentada poucos dias depois de Zequinha anunciar apoio ao senador Alan Rick para o Governo do Acre, embora tenha mantido publicamente Gladson como seu candidato ao Senado.

O processo também tem como alvo Alan Rick. O senador é acusado de propaganda eleitoral antecipada. Zequinha responde por suposta conduta vedada a agente público durante atividades realizadas pelo senador em Cruzeiro do Sul. O juiz Leandro Leri Gross autorizou que os pedidos fossem analisados no mesmo processo e abriu prazo de cinco dias para apresentação das defesas. Ainda não houve julgamento do mérito nem condenação dos envolvidos.

A inclusão de Zequinha no processo criou um desgaste direto. Gladson preside o PP no Acre e representa formalmente a Federação União Progressista no estado. Foi essa federação que pediu o processamento conjunto das acusações contra Alan e o prefeito de Cruzeiro do Sul.

O ato que levou ao processo ocorreu em 29 de junho, em Cruzeiro do Sul. A atividade reuniu apoiadores vestidos de amarelo, discursos políticos e lideranças locais.

Ao declarar apoio a Alan para o governo, Zequinha não rompeu com Gladson. O prefeito fez questão de dizer que continuaria no palanque do ex-governador na disputa pelo Senado. “O ex-governador sempre me deixou muito livre para tomar as decisões que eu tivesse que tomar. A decisão que estou tomando não vai tirar o apoio que vou dar a ele na candidatura ao Senado. Eu continuo apoiando o ex-governador Gladson Cameli para o Senado. É o meu candidato a senador aqui no Acre”, afirmou.

A acusação formal contra Zequinha não é de infidelidade partidária. O processo trata de possível uso da estrutura ou da autoridade municipal em favor da pré-candidatura de Alan Rick. Na prática política, porém, a ação veio logo depois de o prefeito deixar o palanque de Mailza Assis e aderir ao projeto de um candidato de outra legenda.

O caso também traz de volta a postura adotada pelo próprio Gladson nas eleições municipais de 2020. Naquele ano, o Progressistas tinha Tião Bocalom como candidato à Prefeitura de Rio Branco. Mesmo filiado ao PP, Gladson decidiu apoiar a então prefeita Socorro Neri, que disputava a reeleição pelo PSB.

O apoio de Gladson a Socorro foi público. Ele participou de sessão de fotos para a campanha e apareceu no material eleitoral da chapa formada por ela e Eduardo Ribeiro, do PDT. Na ocasião, Socorro chamou o então governador de seu “apoiador número 1”.

Antes da campanha, Gladson já havia rejeitado apoiar Bocalom, candidato de seu próprio partido. “Ela continua sendo a minha pré-candidata à Prefeitura da capital. E só vai deixar de ser se afirmar que não quer mais o meu apoio”, disse na época, em referência a Socorro Neri.

Mesmo fazendo campanha contra o candidato do próprio partido, Gladson não enfrentou processo semelhante por infidelidade partidária. Em 2023, durante a discussão sobre pedidos de expulsão contra Bocalom por apoio a Sérgio Petecão em 2022, voltou ao debate a diferença de tratamento em relação ao apoio dado por Gladson a Socorro em 2020.

A divergência partidária, por si só, não é novidade no grupo. O próprio Gladson defendeu esse direito quando escolheu Socorro Neri em vez de Tião Bocalom. A diferença está no tratamento dado a Zequinha, que está apoiando Alan para o governo, mas manteve Gladson como seu nome para o Senado.

Zequinha Lima rebate Vagner Sales após acusação de traição política

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, rebateu neste sábado, 11, as críticas do presidente estadual do MDB, Vagner Sales, e afirmou que não entrará em disputas pessoais. A reação ocorreu após o dirigente emedebista acusá-lo de traição política durante um encontro realizado em Rio Branco para confirmar o apoio do partido à pré-candidatura da governadora Mailza Assis.

No evento, Vagner cobrou uma posição mais dura do Progressistas contra Zequinha, que decidiu apoiar o senador Alan Rick na disputa pelo Governo do Acre. O presidente do MDB também voltou a questionar o resultado da eleição municipal de 2024, quando o prefeito derrotou Jéssica Sales, filha do dirigente, por 197 votos.

Zequinha afirmou que aceita críticas relacionadas à atuação política, mas classificou as declarações como ataques pessoais.

“Críticas fazem parte, já ataques pessoais dizem mais sobre quem faz do que sobre quem recebe. Enquanto alguns gastam tempo me atacando, eu sigo trabalhando e entregando resultados”, declarou.

O prefeito disse que pretende concentrar sua atuação na administração de Cruzeiro do Sul e na apresentação de propostas, sem responder a novos confrontos pessoais.

“Prefiro investir minha energia no que realmente faz diferença, não em discussões. Vai brigar sozinho, eu faço política com propostas e não com ataque e baixaria”, completou.

A troca de declarações ocorre durante a reorganização das alianças para a eleição estadual de 2026. O MDB confirmou apoio à pré-candidatura de Mailza e apresentou a ex-deputada federal Jéssica Sales como nome do partido para a vaga de vice-governadora.

A aproximação entre Alan Rick e Zequinha aumentou a distância entre o senador e o grupo político da família Sales. O prefeito de Cruzeiro do Sul anunciou apoio ao pré-candidato do Republicanos no fim de junho e, dias depois, pediu afastamento temporário das funções que ocupava no Progressistas.

Apesar da decisão, Zequinha permanece filiado ao partido de Mailza. O pedido encaminhado à direção estadual suspende suas atividades partidárias até o fim de 2026.

A nova composição também leva para a disputa estadual a rivalidade da eleição municipal de Cruzeiro do Sul. Em 2024, Zequinha foi reeleito com 24.478 votos, contra 24.281 recebidos por Jéssica Sales.

Com as alianças anunciadas, Mailza terá no Juruá o apoio da família Sales, enquanto Alan Rick contará com a estrutura política do prefeito de Cruzeiro do Sul. A divisão coloca a região entre os principais centros da disputa pelo Governo do Acre em 2026.ões.

No Jornal da Manhã, Alan Rick reage a ações judiciais, promete ampliar pré-campanha

O senador Alan Rick afirmou nesta sexta-feira, 10 de julho, durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Integração FM, que não reduzirá suas movimentações políticas pelo Acre após ser alvo de novas ações eleitorais relacionadas à pré-campanha ao governo. Filiado ao Republicanos, ele classificou as representações como tentativas de intimidação, prometeu ampliar as agendas nos municípios e confirmou para 25 de julho, em Rio Branco, a convenção partidária que deverá oficializar sua candidatura e definir o nome do vice.

A reação ocorreu após questionamentos judiciais apresentados contra atos políticos realizados pelo senador, entre eles a agenda em Cruzeiro do Sul que marcou a adesão do prefeito Zequinha Lima ao seu grupo. Alan Rick disse que os processos não mudarão o ritmo da pré-campanha e sustentou que as ações serão derrubadas pela Justiça Eleitoral.

“Eles tentam nos intimidar para que a gente não faça as mobilizações políticas nos municípios. Sabe o que eu vou fazer? Eu vou é aumentar. Aí é que nós vamos fazer mais movimentos ainda”, declarou. O senador afirmou que as representações buscam impedir reuniões, desestimular novas adesões e limitar sua presença nas cidades acreanas.

O parlamentar também acusou o governo estadual de usar a estrutura pública em atos políticos, embora não tenha apresentado, durante a entrevista, documentos ou detalhes que permitissem comprovar a acusação. “O governo usa descaradamente a máquina para fazer campanha antecipada”, disse. As declarações fazem parte do confronto político que ganhou força depois da aproximação entre Alan Rick e Zequinha Lima, prefeito da segunda maior cidade do Acre.

Ao tratar da administração estadual, o senador disse que poderá encontrar um Acre em situação financeira e administrativa grave caso seja eleito. Citou o déficit da Previdência, a falta de atualização dos planos de carreira dos servidores e supostas irregularidades na folha de pagamento. Alan Rick afirmou que denúncias estão sendo encaminhadas aos órgãos de controle, mas não identificou os servidores ou gestores envolvidos nem apresentou provas durante a conversa.

“Nós temos várias denúncias de folha de pagamento fantasma nesse governo, de gente que recebe sem trabalhar e repassa dinheiro para pessoas do governo. Todas essas denúncias estão sendo feitas e estamos entregando nas mãos dos órgãos de controle”, afirmou. Por se tratar de uma acusação ainda sem comprovação pública apresentada na entrevista, caberá às instituições responsáveis apurar os fatos e garantir o direito de defesa aos citados.

A imagem usada pelo senador para descrever o estado que pretende governar foi a da reconstrução. Ele falou sobre produtores isolados por ramais precários, professores à espera de revisão nos planos de carreira e trabalhadores da saúde que acumulam plantões para completar a renda familiar. “O Acre que nós vamos pegar, nós vamos ter que reconstruir”, declarou.

No campo das promessas, Alan Rick disse que pretende manter diálogo com servidores da educação, saúde, segurança pública e sistema penitenciário. Segundo ele, a atualização dos planos de cargos, carreiras e remunerações deverá fazer parte das discussões de um eventual governo. Nenhum prazo, cálculo de impacto financeiro ou fonte de recursos foi apresentado durante a entrevista.

Outro ponto central foi a disputa política pela autoria dos recursos destinados ao viaduto da Avenida Ceará com a Avenida Getúlio Vargas, em Rio Branco. Alan Rick afirmou que, em 2020, quando exercia o mandato de deputado federal, destinou toda a parcela que lhe cabia em uma emenda de bancada para a obra. Ele explicou que as emendas da bancada acreana eram divididas entre os 11 parlamentares, sendo oito deputados federais e três senadores.

Segundo o parlamentar, a indicação inicial foi de R$ 20 milhões, com valor final de aproximadamente R$ 18,7 milhões após os procedimentos administrativos ligados à Caixa Econômica Federal. Alan Rick afirmou que existem despachos da coordenação da bancada, extratos das emendas, registros em vídeo e uma publicação do então governador Gladson Cameli agradecendo pela destinação.

“Foi só o deputado Alan Rick que colocou recurso para o viaduto da Avenida Ceará, porque são repartidas as emendas de bancada em 11 partes, e cada um propõe, apresenta o projeto e coloca o recurso”, disse. Ele reconheceu que as emendas de bancada recebem a assinatura dos parlamentares, mas defendeu que a decisão sobre o destino da parcela partiu de seu gabinete.

Na reta final da entrevista, o senador confirmou que a convenção do Republicanos está planejada para 25 de julho, em Rio Branco. A intenção é antecipar a organização jurídica e financeira da campanha, incluindo a abertura dos registros necessários para as candidaturas. O nome do candidato a vice-governador ainda não foi definido.

“Até lá, nós vamos definir a questão do vice e também das novas adesões que estão vindo. No dia 25 de julho, a gente espera fazer a nossa grande convenção”, afirmou.

Alan Rick encerrou a participação relatando a visita ao juiz aposentado Edinaldo Muniz, ferido no desabamento da ponte de Sena Madureira. Segundo o senador, Muniz já passou por oito cirurgias, ainda deverá enfrentar novos procedimentos e receberá uma placa de titânio no crânio. O parlamentar afirmou que ajudou a família na busca por atendimento hospitalar em São Paulo e manteve contato com Suzete, esposa do magistrado.

Ao comentar o acidente, Alan Rick voltou a responsabilizar politicamente o governo estadual e cobrou investigação sobre a obra. Ele citou um gasto de R$ 45 milhões na ponte e defendeu a punição dos culpados. “Deixa a Justiça investigar, porque os culpados têm que pagar. A gente tem que ter uma resposta para a população”, declarou.

A entrevista reuniu três linhas que deverão acompanhar a campanha de Alan Rick nos próximos meses: o enfrentamento judicial contra ações eleitorais, a tentativa de vincular sua candidatura à ideia de reconstrução administrativa do Acre e a ampliação das alianças municipais. A convenção de 25 de julho será o primeiro teste público dessa estratégia, quando o senador deverá apresentar o vice e transformar a movimentação de pré-campanha em candidatura formal.