Minha Casa, Minha Vida no Tucumã deve atender 16 famílias até novembro em Rio Branco

A Prefeitura de Rio Branco vistoriou nesta segunda-feira, 8 de junho, a obra de um empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida no bairro Tucumã, em fase avançada de construção. O projeto prevê a entrega de 16 apartamentos para famílias em situação de vulnerabilidade social e tem conclusão estimada para novembro.

O investimento total é de R$ 3,004 milhões, em parceria com a Caixa Econômica Federal e o governo federal. O prédio terá quatro pavimentos e apartamentos com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. As unidades serão destinadas a famílias da faixa 1 do programa, com seleção feita a partir de critérios técnicos e sociais.

Durante a vistoria, o prefeito Alysson Bestene afirmou que a gestão acompanha o cronograma da obra e disse que a capital deve somar mais de 450 unidades habitacionais em 2026, entre casas e prédios. O secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, afirmou que o empreendimento marca uma ampliação da atuação da prefeitura na área habitacional. A proposta da gestão é reduzir o déficit de moradia e ampliar o acesso à habitação para famílias de baixa renda.

Edinaldo Muniz apresenta melhora clínica, mas segue em estado grave

O juiz aposentado Edinaldo Muniz, 54, segue internado em estado grave na UTI Sérgio Bruno do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco após o desabamento da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, na sexta-feira, 5. Ele está sob cuidados intensivos por causa de politraumatismo, traumatismo cranioencefálico grave e fratura-luxação da bacia.

De acordo com o boletim médico divulgado na manhã desta segunda-feira, 8, o quadro apresentou evolução favorável nas últimas horas. Houve melhora da instabilidade hemodinâmica e redução da necessidade de drogas vasopressoras, o que abriu espaço para a suspensão da sedação e para uma avaliação progressiva do nível de consciência.

Os exames clínicos e laboratoriais também apontaram sinais positivos. Edinaldo permanece em ventilação mecânica, sob monitoramento contínuo e assistência integral das equipes médica e multiprofissional. A possibilidade de uma cirurgia urológica, citada no boletim anterior, foi descartada após nova avaliação.

Apesar da melhora, o estado de saúde ainda é considerado grave e o prognóstico segue reservado. Edinaldo foi uma das vítimas do desabamento da ponte e está entre os feridos em situação mais delicada desde o acidente.

MP inicia apuração sobre desabamento da Ponte Frei Paolino em Sena Madureira

O Ministério Público do Acre abriu procedimento para apurar as causas do desabamento parcial da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, após o acidente ocorrido na noite de sexta-feira, 5 de junho, que deixou quatro pessoas feridas, duas delas em estado grave. A estrutura liga a região central da cidade ao Segundo Distrito, e o colapso interrompeu uma das principais rotas de mobilidade urbana do município.

A apuração foi instaurada pelos promotores de Justiça Júlio César de Medeiros Silva e Júlia Fernandes de Brito, diante dos possíveis impactos ao patrimônio público, à segurança da população e à aplicação dos recursos usados na obra. Logo após o acidente, houve atuação para viabilizar a transferência de pacientes em estado mais grave para o Pronto-Socorro de Rio Branco, com apoio de ambulância de suporte avançado.

Na manhã de sábado, 6 de junho, equipe técnica do Núcleo de Apoio Técnico e servidores da Promotoria fizeram vistoria no local ao lado de órgãos como Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Imac e Deracre. O procedimento aberto pelo MPAC mira possíveis falhas de projeto, execução, fiscalização e uso de materiais inadequados, e já levou ao envio de ofícios ao DNIT, ao Deracre, à empresa Cidade Ltda., ao Estado do Acre, ao Corpo de Bombeiros Militar, à Defesa Civil Municipal e a outros órgãos envolvidos.

Entre as medidas pedidas estão perícia técnica na estrutura, envio de documentos de fiscalização, cópias do projeto executivo, informações sobre aditivos contratuais e esclarecimentos sobre eventuais interdições anteriores. O Ministério Público também quer saber quais providências foram adotadas para garantir o deslocamento da população afetada, a assistência às famílias da área atingida e a eventual remoção de moradores em situação de risco. A ponte já havia sido interditada preventivamente no dia 4 de junho, após recomendação técnica relacionada ao avanço de “terras caídas” nas margens do Rio Iaco.

Com a chegada das respostas e dos laudos, o procedimento poderá ser convertido em inquérito civil. Nesta segunda-feira, 8 de junho, o boletim mais recente da Secretaria de Estado de Saúde informou que um dos pacientes seguia internado em estado grave na UTI do Huerb, em Rio Branco, mas com sinais de melhora clínica.

Perpétua Almeida cobra investigação federal sobre ponte e diz que cadeia do café mudou renda no Juruá

A ex-deputada federal Perpétua Almeida cobrou, nesta segunda-feira, 8 de junho, a entrada imediata do Ministério Público Federal e da Polícia Federal na apuração do desabamento da ponte em Sena Madureira e afirmou que o caso exige resposta rápida diante das vítimas e do prejuízo aos cofres públicos. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Integração 99,9 FM, ela disse que “há uma sede de resposta hoje no Acre” e defendeu que a origem dos recursos da obra seja esclarecida.

Ao comentar o caso, Perpétua afirmou que “o Ministério Público Federal precisa entrar imediatamente, convocar a Polícia Federal e as coisas andarem o mais rápido possível”. Na avaliação dela, a investigação precisa avançar sobre os detalhes do financiamento e da execução da obra. “Virou mania no Acre, do governo do Estado e de algumas prefeituras, não dizer de onde vêm recursos que estão fazendo algumas obras”, disse.

Ela também sustentou que há suspeitas sobre a participação de verbas federais no empreendimento. “Há desconfiança de que tem emenda parlamentar do Orçamento da União envolvida nessa ponte, que nunca foi dito”, afirmou. Em seguida, reforçou a cobrança por transparência e responsabilização: “Se há desconfiança, o Ministério Público Federal precisa entrar imediatamente.”

Na mesma entrevista, Perpétua mudou o foco para a agenda econômica e afirmou que os investimentos na cadeia do café já produziram efeitos concretos no Vale do Juruá. Ao relatar visitas a propriedades rurais, ela disse ter encontrado aumento da contratação de diaristas e maior presença feminina no trabalho da colheita. “Eu era diarista, eu recebia 60 reais por diária, e hoje eu tô pagando entre 120 e 200 reais pras pessoas que estão fazendo diária aqui pra mim”, relatou, ao reproduzir a fala de um produtor.

Segundo ela, a transformação mais visível está em Mâncio Lima, onde a atividade passou a abrir espaço para mulheres e pequenos produtores. “Eu nunca vi tantas mulheres empregadas aqui na nossa região”, disse Perpétua, ao lembrar o que ouviu durante uma das visitas. De acordo com a ex-parlamentar, muitas trabalhadoras passaram a enxergar autonomia financeira na atividade. “Agora eu tenho meu negócio, agora eu tenho de onde tirar dinheiro para cuidar dos meus filhos, da minha casa”, contou, ao resumir o depoimento recebido no campo.

Perpétua afirmou que os resultados aparecem também nos indicadores levantados sobre a atividade cafeeira. “A renda dos cooperados começou em 2023 em R$ 1.300, depois subiu para R$ 2.530, e em 2025 a medição deu que a renda dos cooperados está hoje em R$ 4.554 por mês”, declarou. Ela acrescentou que a dependência do Bolsa Família caiu no mesmo período, de 40% para 30,6%, e usou os números para rebater críticas dirigidas aos beneficiários de programas sociais. “Esse discurso não é verdadeiro. As pessoas, quando melhoram de vida, não querem depender da ajuda de ninguém.”

A ex-deputada também defendeu uma articulação maior entre os investimentos industriais e as políticas públicas no campo. Para ela, o avanço da produção precisa vir acompanhado de melhoria em ramais, distribuição de mudas, oferta de adubo e apoio técnico. “A gente precisa que o governo do Estado, através da Secretaria de Produção, através de outras secretarias, o próprio Sebrae, a própria prefeitura e as prefeituras que estão recebendo esse investimento façam também investimento em ramais, em adubos, em mudas”, afirmou.

Ao falar de projetos futuros, Perpétua disse que deixou recursos assegurados para novas cadeias produtivas antes de deixar a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial. “Lá em Feijó eu já deixei na ABDI o orçamento garantido pra gente construir a indústria de beneficiamento de açaí”, afirmou. Segundo ela, foram reservados R$ 9 milhões para a estrutura, dentro de uma cadeia que inclui barcos frigoríficos e caminhões para atender produtores do município.

Na parte final da entrevista, Perpétua confirmou a intenção de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026 e vinculou uma eventual volta a Brasília à pauta da industrialização e do apoio à produção local. “Se Deus me der essa oportunidade de voltar a trabalhar pelo Acre, sim, eu vou continuar nessa mesma pegada”, declarou.

Ação de saúde evita deslocamentos e leva 3,1 mil atendimentos ao km 19 da Estrada de Porto Acre

Moradores da zona rural de Rio Branco receberam no sábado, 6 de junho, uma força-tarefa de saúde no km 19 da Estrada de Porto Acre, em uma ação que somou 3.173 procedimentos e reduziu a necessidade de deslocamento até a área urbana. A segunda parada do programa Saúde Rural – Edição Terrestre foi realizada na Escola Luiza de Lima Cadaxo e reuniu consultas, exames, vacinação e atendimentos especializados.

A mobilização levou à comunidade consultas médicas, de enfermagem e odontológicas, pré-natal, PCCU, inserção de Implanon, testes rápidos, vacinação humana e antirrábica, aferição de pressão arterial e glicemia, entrega de medicamentos e atendimento de endemias voltado para malária e leishmaniose. Também houve práticas integrativas, como auriculoterapia e ventosaterapia, atualização do Bolsa Família e atividades recreativas para crianças.

De acordo com a coordenação do programa, cerca de 200 pessoas passaram pela ação ao longo do dia. O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, afirmou que a proposta é ampliar o acesso aos serviços para famílias que vivem em áreas mais distantes. Já o coordenador Jhon Willer destacou que a presença das equipes no interior ajuda a atender uma demanda que muitas vezes esbarra na distância e no custo do deslocamento.

Para os moradores, a ação representou a chance de resolver várias demandas de saúde no próprio local onde vivem. Entre os serviços mais procurados estavam atendimento odontológico, consultas de rotina e procedimentos de planejamento reprodutivo, além da vacinação de animais. A avaliação entre os participantes foi de que a iniciativa facilita o acesso a cuidados básicos e especializados em regiões onde a assistência costuma chegar com mais dificuldade.

Wesley é cortado da Seleção, e Brasil chama Éderson às vésperas da estreia na Copa

O lateral-direito Wesley foi cortado da seleção brasileira neste domingo, 7 de junho, após sofrer uma lesão na coxa esquerda durante a vitória por 2 a 1 sobre o Egito, em amistoso disputado em Cleveland, nos Estados Unidos. Exames confirmaram o problema muscular, e a comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti convocou o volante Éderson, da Atalanta, para a vaga.

A mudança ocorre na reta final de preparação para a estreia do Brasil na Copa do Mundo. Wesley era o único lateral-direito de origem entre os 26 convocados, e a saída dele abre uma lacuna no setor defensivo às vésperas do início da competição.

Com a alteração, a seleção perde uma opção específica para a lateral e passa a depender de alternativas no elenco para recompor o lado direito da defesa. Já Éderson entra no grupo como reforço para o meio-campo, em um momento em que o time ajusta as últimas peças antes do primeiro compromisso no torneio.

O Brasil estreia no Mundial no sábado, 13 de junho, contra Marrocos, em East Rutherford, Nova Jersey. Depois, enfrenta o Haiti, em 19 de junho, na Filadélfia, e a Escócia, em 24 de junho, em Miami.

Ex-secretário Pedro Pascoal alerta para avanço de síndromes respiratórias em crianças no Acre

O médico e ex-secretário de Saúde Pedro Pascoal alertou neste sábado, 7, para o aumento dos casos de síndrome respiratória em crianças no Acre, em um momento de pressão sobre a rede pediátrica e de maior circulação de vírus respiratórios no estado. O quadro tem sido puxado principalmente por bronquiolite, pneumonia e outras complicações que atingem com mais força a população infantil.

O boletim epidemiológico mais recente mostra que o Acre registrou 1.438 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave entre as semanas 1 e 21 de 2026. O volume supera o mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 1.060 casos, e também o de 2024, com 1.130 registros. Rio Branco e Cruzeiro do Sul concentram a maior parte das notificações, enquanto o Hospital Infantil Iolanda Costa e Silva, na capital, e o Hospital Regional do Juruá aparecem como os principais pontos de sobrecarga assistencial.

As crianças seguem no centro da crise. A faixa de 2 a 4 anos lidera as internações, com 312 casos, seguida pelo grupo de 5 a 9 anos, com 273, e pelos menores de 2 anos, com 222. O avanço do vírus sincicial respiratório e do rinovírus ajuda a explicar o aumento dos atendimentos e internações, sobretudo por bronquiolite e pneumonia. Entre os menores de 2 anos, houve 10 óbitos em 2026, o maior número do triênio nessa faixa etária.

Diante do avanço dos casos, a rede estadual intensificou o monitoramento da ocupação hospitalar, reforçou equipes e mantém em avaliação a ampliação da capacidade de leitos pediátricos. A orientação às famílias é buscar atendimento logo nos primeiros sinais de agravamento, como dificuldade para respirar, febre persistente, chiado no peito e cansaço excessivo.

A vacinação continua no centro da resposta. A cobertura contra influenza ainda está abaixo da meta no Acre, e a recomendação é manter a caderneta em dia, higienizar as mãos com frequência, usar máscara em caso de sintomas gripais, evitar levar crianças doentes para escolas e creches e manter os ambientes ventilados.

Imagens mostram tamanho do desastre após queda de ponte sobre o Rio Iaco

Imagens registradas e publicadas no Instagram pelo perfil @figueroaxavier mostram a dimensão do colapso da ponte Frei Paolino Baldassari, sobre o Rio Iaco, em Sena Madureira. A estrutura desabou na noite de sexta-feira, 5, menos de 48 horas depois de ser interditada por risco estrutural, deixou quatro feridos e interrompeu a travessia entre o centro da cidade e o Segundo Distrito.

No vídeo, a ponte aparece partida sobre o rio, com lajes e ferragens espalhadas no leito do Iaco. As imagens também mostram a movimentação de equipes no entorno da área atingida e dão a dimensão do impacto provocado pela queda da estrutura em uma das principais ligações urbanas da cidade.

As quatro vítimas foram socorridas após o desabamento. Três seguem internadas na rede estadual em Rio Branco, uma delas em estado gravíssimo, enquanto um dos feridos recebeu alta após atendimento inicial. Depois da queda, o governo manteve o isolamento total da área, fechou os dois acessos da ponte e reforçou a sinalização no rio por causa dos destroços.

A investigação avançou neste domingo, 7. A Polícia Civil abriu inquérito, preservou o local e recolheu partes da estrutura para exames periciais. O governo do Acre também abriu procedimento para apurar responsabilidades da construtora responsável pela obra, criou uma comissão especial de análise técnica e acionou a Justiça para exigir medidas emergenciais de contenção de riscos, isolamento e estabilização provisória da área. O Ministério Público do Acre também acompanha o caso. Até agora, não há conclusão oficial sobre a causa do desabamento.

A queda da ponte ampliou o transtorno em Sena Madureira e reacendeu a cobrança por respostas sobre as condições da obra, a fiscalização e a sequência de decisões tomadas antes do colapso. As imagens feitas por Figueroa Xavier reforçam o tamanho do impacto e transformam em registro visual a destruição deixada sobre o Rio Iaco.

Levantamento do site ÉPop aponta custo de R$ 45,3 milhões da ponte Padre Paolino

Levantamento realizado pelo site ÉPop mostra que a ponte Frei Paolino Baldassari, sobre o Rio Iaco, em Sena Madureira, consumiu R$ 45.318.158,64 em pagamentos públicos antes de desabar. O valor chama atenção porque o contrato original da obra foi firmado em R$ 36 milhões, o que abre uma diferença de R$ 9,3 milhões e coloca a execução financeira no centro da crise.

O dado muda o eixo da discussão sobre o caso. Mais do que o colapso da estrutura, a cifra impõe uma pergunta direta sobre como a obra chegou a esse patamar de gasto antes da queda. O total rastreado corresponde a 25,88% acima do valor inicial do contrato, num cenário em que a cobrança por transparência passa a recair não só sobre a qualidade da construção, mas também sobre os pagamentos feitos ao longo da execução.

A ponte foi lançada em março de 2022 como a segunda ligação sobre o Rio Iaco, com 232 metros de extensão e 352 metros de rampas de acesso. O levantamento reúne pagamentos distribuídos entre 2022, 2023, 2024 e 2025, com maior concentração no segundo ano da obra. O contrato também passou por apostilamentos e termos aditivos, o que amplia a necessidade de detalhamento sobre cada alteração formal e seu impacto no custo final.

Outro ponto que pressiona por explicações está na composição desses desembolsos. Parte dos valores aparece registrada como reajuste, e outra parte como despesa de exercícios anteriores. Sozinhas, essas classificações não esclarecem quais etapas foram medidas, quais serviços efetivamente foram executados, quais critérios embasaram as correções e quem autorizou a liberação dos pagamentos.

O governo informou que a obra foi contratada em regime integrado, com responsabilidade da empresa pelo projeto básico, projeto executivo e execução. Também sustenta que o recebimento definitivo ocorreu em janeiro de 2024 e que a estrutura ainda estava dentro do prazo legal de garantia. A posição delimita a discussão sobre responsabilidade técnica, mas não encerra a cobrança sobre a evolução do custo da obra nem sobre os documentos que sustentaram os repasses.

Com a abertura de investigações por órgãos de controle e pela polícia, a queda da ponte deixa de ser apenas um problema de engenharia e passa a ser também um caso de interesse público sobre gestão de recursos. Depois de R$ 45,3 milhões pagos, a principal explicação que falta agora é por que uma obra que custou tanto não resistiu.

Confira o levantamento completo >> https://epope.com.br/ponte-do-rio-iaco-custou-r-453-milhoes-antes-de-cair-em-sena-madureira/

Foto: Gleison Júnior/Orna Audiovisual

Sinjac repudia publicação sobre morte de Rafaela Polanco e anuncia medidas no Acre

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre afirmou neste domingo, 7 de junho, em Rio Branco, que vai adotar medidas junto aos órgãos competentes após a divulgação de uma publicação do site Notícia Imediata sobre a morte da advogada Rafaela Polanco Ribeiro. Na nota, a entidade condena o tratamento dado ao caso e diz que a abordagem foi desrespeitosa, sensacionalista e incompatível com os princípios éticos do jornalismo.

Segundo o sindicato, a manchete usada na publicação ultrapassou limites de respeito à dignidade humana, à memória da vítima e aos familiares. A entidade sustenta que conteúdos desse tipo ferem princípios básicos da atividade jornalística, sobretudo em situações que envolvem morte e luto.

Na manifestação, o Sinjac também afirma que a liberdade de imprensa é um pilar da democracia, mas não pode ser usada para justificar a divulgação de material ofensivo, degradante ou que atente contra a dignidade das pessoas. A direção do sindicato informou que o caso será levado aos órgãos competentes para apuração.

Ao fim da nota, a entidade reforça a defesa de um jornalismo ético, responsável e voltado ao interesse público. O sindicato também presta solidariedade aos familiares e amigos de Rafaela Polanco Ribeiro.